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Confissões de um Médico Cristão

Quando divulguei no Facebook que estaria ausente por alguns dias para participar da Bienal Internacional do Livro, o Dr. Sérgio me convidou informalmente para que eu passasse no stand da Scortecci pois ele estaria autografando este seu lançamento. Lamentei por não ter podido comparecer, no dia e hora marcados, mas no sábado consegui adquirir meu exemplar.

O que eu não imaginava é que não havia adquirido apenas mais um livro, além de tantos outros que tive a oportunidade de comprar naquela oportunidade, mas que desta feita, havia chegado em minhas mãos um verdadeiro legado, um conhecimento de ouro, adquirido por esse médico renomado, que eu não conhecia até então. Foi através de seu livro que o Dr. Sérgio, um homem de um carater ilibado, com um conhecimento e capacidade extraordinários dentro da Medicina, teve a ousadia de tornar público que, tudo o que ele teve a oportunidade de realizar, e de descobrir dentro de sua profissão, ele deve à sua constante obediência e intimidade com Deus.

Para mim está sendo bastante difícil falar sobre os pontos importantes deste livro imperdível, pois todos os capítulos tem seu grau de importância que, somente lendo o livro de capa a capa, é que se poderá entender que eu não estou exagerando! Na verdade, o conteúdo é tão importante, instigante, produtivo, interessante, inédito e emocionante, que recomendo sua leitura, principalmente para os profissionais da área da saúde, para que possam conhecer a biografia de um profissional que deu sua vida para salvar muitas outras vidas.

Vou apenas citar alguns casos relatados nesse livro e que me deixaram deveras emocionada, em como a vida desse homem de Deus foi usada de maneira extraordinária:

– O Dr. Sérgio quase morre num afogamento, porém Deus renovou suas forças físicas para  salvar uma jovem que também estava se afogando. Eles foram parar num banco de areia que ficava distante da praia e de onde não teriam condições de serem resgatados, pois a tendência da maré, a partir daquele momento, era subir e encobrir o lugar onde estavam. Mas Deus tinha um propósito na vida do Dr. Sérgio e fez o milagre de fazer a maré baixar, a ponto deles voltarem andando até a praia.

– Um dia seu horário de plantão já havia terminado e o Dr. Sérgio já estava de saída, quando chegou uma mãe desesperada, trazendo seu filho, um adolescente de 14 anos; tinha o olhar agressivo e uma pedra na mão. Todos pensavam que o menino era louco e fugiam dele. Através de uma oração em pensamento, Deus orientou o Dr. Sérgio em como resolver aquele problema, pois não era mental, mas sim físico.

– Outro caso relatado e que me deixou emocionada, foi quando o Dr. Sérgio estava acompanhando o desenvolvimento de um parto normal. Como não havia progresso, Deus despertou o Dr. Sérgio para voltar seu olhar para a sala em frente, onde um jovem médico estava aguardando o anestesista aplicar a peridural numa paciente que iria fazer uma cesárea. Quando a paciente se deitou, foi tomada de uma palidez e entrou em convulsão. O jovem médico que iria fazer a cesárea, ficou petrificado e sem ação. Não fosse a intervenção do Dr. Sérgio e, tanto o bebê quanto a mãe, teriam falecido. Deus retardou o nascimento da outra criança para que duas vidas pudessem ser salvas.

– O mais emocionante ainda é que, através do seu relato podemos perceber que a ética profissional e a compaixão pelos doentes, sempre o acompanhou por toda sua vida. Ele sempre estudava criar métodos cirúrgicos que minimizassem o sofrimento de seus pacientes. Certo dia, inspirado no trabalho de um encanador, Deus abriu sua mente e ele idealizou um novo método para retirada do colo do útero, onde não fosse mais necessário fazer grandes incisões; foi uma revolução benéfica para a medicina. Essa técnica ficou conhecida como Técnica de Sturmdorf na Amputação do Colo.

Parabéns Dr. Sérgio de Freitas, por ter compartilhado suas experiências com seus pacientes diretos e também indiretos, como eu, que não tive a oportunidade de conhecê-lo durante seu exercício profissional! A humanidade tem que agradecer sua postura profissional, atuando honrosamente nas áreas médicas de ginecologia, sexologia e também cirúrgica. O Brasil está de parabéns por ter contado com um profissional tão abençoado e que abençoou tantas vidas, durante 45 anos.

Creio que Deus ainda me dará a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente, o que me sentirei muito honrada. Que Deus continue abençoando sua vida, juntamente com sua família e desejo que daqui por diante o irmão possa desfrutar de saúde e de um merecido descanso para se recuperar totalmente das sequelas de sua última missão. Creio que ainda existe muita experiência a ser compartilhada.

Recomendo com muita propriedade a leitura desse livro, pois minhas palavras são fracas para expressar um conteúdo de tão grande valor.

Sonia Valerio da Costa

Em 31/08/2010

Veja comentários de outros livros em: Índice de Outros Livros

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O Pirilampo Telegrafista

Certa noite, um pirilampo chamado Homero resolveu se comunicar de um jeito diferente:

– Estou cansado de pisca-piscar sempre da mesma forma.

Pensou muito, experimentou vários jeitos de acender e apagar sua luzinha, até que, finalmente, teve uma idéia luminosa:

– Vou fazer um curso de telegrafia por correspondência!

O curso era mesmo muito interessante. Cada descoberta era uma surpresa maravilhosa para Homero. Ele acabou ficando um craque em pisca-piscar pontos e traços. Agora era só praticar!

Na primeira curva da noite, ele encontrou uma linda pirilampa. E quem imaginou que ele perderia uma oportunidade como essa para entrar em contato com ela, enganou-se redondamente!

Decidido e emocionado, pensou consigo mesmo: “Vou conquistar essa linda pirilampa num piscar de olhos!” Homero achou que essa era uma boa ocasião para mostrar seus conhecimentos de telegrafista.

Então, disparou a pisca-piscar a mais antiga e bonita de todas as declarações: EU TE AMO! Homero esperou, esperou, mas não recebeu nenhuma resposta.

Insistiu uma, duas… várias vezes: Eu Te Amo!… Eu Te Amo!… Pobre Homero! O seu desespero era de dar dó!

Ele queria tanto que a pirilampinha respondesse à sua iluminada mensagem de amor! Mas como, se ela não entendia nada de telegrafia?! No mínimo, a pirilampa achou que ele era maluco!

Sem dar sequer uma piscadela de adeus, ela bateu asas com desprezo e sumiu na noite. Homero ficou muito decepcionado! Tristonho, subiu no alto de um galho e ficou a pensar: “Ninguém liga pra mim! Nem consigo arranjar uma namorada! De que me adianta ser telegrafista?! Vou desistir de tudo!”.

De repente, os olhinhos tristes de Homero captaram uns sinais luminosos espantosamente familiares cruzando o céu!

Ele não conseguia acreditar no que estava vendo. Parecia o brilho de uma mensagem. Homero ficou atento para descobrir o que ela dizia. Mas antes que tivesse tempo de decifrá-la, os sinais luminosos desapareceram.

Teria sido um disco voador? Quem sabe os sinais de um ser extraterrestre?!… Homero levou algum tempo para perceber que os sinais luminosos haviam agora reaparecido em uma árvore perto dele.

Desta vez, ele captou o início de uma mensagem. Era apenas uma palavra, mas já era um começo: PIRILAMPA PROCURA

Homero ficou atento! E sua alegria aumentou quando percebeu que os sinais pisca-piscavam, ainda mais próximos, a continuação da mensagem: PIRILAMPA PROCURA PIRILAMPO. Mas logo depois desapareceram novamente! Homero estava quase morto de tanta curiosidade!

Finalmente, bem mais perto, num galho ao lado, a luzinha pisca-piscou sua mensagem completa: PIRILAMPA PROCURA PIRILAMPO

Homero quase teve um curto-circuito de tanta felicidade! Ele não era o único pirilampo telegrafista perdido neste mundo!

Sem pestanejar, mais do que depressa caprichou na pontaria do olhar e disparou sua brilhante resposta: PIRILAMPA ENCONTROU PIRILAMPO

De repente, para sua surpresa, Homero percebeu que uma pirilampa havia pousado ao seu lado. Timidamente, os dois se aproximaram, olhos nos olhos…

Não deu outra! Conversaram horas a fio e, então, Homero ficou sabendo que Clarita — era esse o nome da pirilampa — também tinha estudado telegrafia por correspondência e estava à procura de um companheiro para trocar mensagens.

O mais interessante é que essas mensagens encheram os corações de Homero e Clarita. Na manhã seguinte, quando o sol apontou no horizonte, as luzinhas quentes dos olhares de dois pirilampos apaixonados pisca-piscavam promessas de amor.

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CODIGO MORSE

Você sabia que as mensagens de Homero e Clarita foram feitas em Código Morse? O Código Morse é o alfabeto dos telegrafistas.

Nesse código, todas as letras correspondem a um certo número de pontos e traços. Veja em:

Código Morse dos Escoteiros e O que é Código Morse

Para sinalizar com luzes é a mesma coisa: uma piscada rápida corresponde a um ponto, e uma comprida, a um traço.

Esta lenda foi extraída de: “Histórias Infantis”

O que aprendi: Na vida, temos duas alternativas: ou esperamos encontrar alguém que fale a nossa linguagem, ou compartilhamos o que aprendemos, com quem amamos, para que possa haver diálogo. A decisão é nossa. Só não podemos esquecer que a vida é muito curta e qualquer decisão que tomarmos, teremos que enfrentar o ônus do tempo.

Você poderá gostar também de:

A Borboleta e o Cavalinho

Postado por Sonia Valerio da Costa
em 28/08/2010
coraçõesovelha
 
Livros

Jess Aarons tem 10 anos; acaba de ingressar na 5ª série e o que mais deseja na vida é ser o campeão de corrida da escola. Bem agora, quando tem todas as chances de ganhar, aparece Leslie Burke, uma novata na escola e, ainda por cima, menina! Ela o desafia e, pior que isso, ganha dele.

Quando voltam para casa, Jess descobre que Leslie é também sua nova vizinha de residência. Ele também não imagina que ela vai lhe propor desafios muito maiores, que ganhar ou perder uma corrida.

Pouco a pouco ele vai se afeiçoando a essa menina, tão diferente das outras de sua comunidade rural. A amizade cresce, até que juntos, criam um reino mágico e solene, chamado Terabítia, onde governam soberanos, protegidos das ameaças e zombarias da vida cotidiana.

Neste livro Katherine Paterson narra uma história de intensa amizade e coragem, que vai cativar o jovem leitor. (Sinopse da contracapa do livro)

Acesse também meu comentário sobre o filme “Ponte para Terabítia”, inspirado nesse livro.

Sonia Valerio da Costa
Em 22/08/2010