Variedades

realvirtual

Você me quer pela metade,

Eu a quero por inteiro.

Você me quer virtual

Eu a quero real.

Você me ama pelo computador,

Eu a amo com meu amor.

Você manda torpedo pelo celular,

Eu te abraço em qualquer lugar.

Você me manda email

Eu me mando pra você por inteiro.

Assim é o nosso amor

Real e virtual

Você contenta-se com o virtual

Eu só me contento com o real.

Poema de Ricardo Carneiro Leão, do livro “Deserto de Concreto: poemas & poesias: ontem, hoje e amanhã”.

Decidi  postar este poema que, por acaso, encontrei no acervo da Biblioteca onde trabalho. Ele retrata muito bem a minha forma de pensar quanto aos relacionamentos virtuais.

É necessário tomarmos cuidado com as amizades virtuais que, além de proporcionarem situações propícias às fantasias, acabam distorcendo de tal forma o comportamento humano, que as consequências serão, fatalmente, desestruturação da nossa família na vida real.

A Internet pode aguçar a percepção e até desenvolver a inteligência, mas bloqueia a criatividade, que cada um de nós possui de forma inédita.

Eu prefiro preservar minha criatividade!!!

Por Sonia Valerio da Costa
Em 22/11/2010
Variedades

(Imagens Google)

Essa expressão “jogar a toalha” tem origem no boxe; o gesto de jogar a toalha pela equipe de um pugilista, sinaliza sua desistência, para evitar que o adversário faça um estrago maior com o lutador já massacrado. Por simbolizar tão bem a desistência, jogar a toalha, se tornou uma expressão muito comum no dia-a-dia.

Todos nós temos uma resistência natural a tudo que nos força a abrir mão do nosso conforto físico e emocional. Somos tendentes a desistir de uma empreitada, principalmente quando começamos a enfrentar dificuldades, ou mesmo monotonia.

A questão está em nosso cérebro, que se acostuma a um padrão de comportamento e reluta em aceitar o novo. Nosso cérebro é composto de dois hemisférios, com funções e habilidades específicas, porém, se complementam, para encontrarem um equilibrio harmonioso.

O hemisfério esquerdo é essencialmente verbal, analítico, racional, lógico e também linear, onde os pensamentos seguem de forma sequencial. É responsável pelo bom senso e está sempre alerta para nos impedir de cometer desvarios.

Já o hemisfério direito é não-verbal, até mesmo silencioso. É inclinado a misturar os sentidos literal e metafórico, prefere as ambiguidades, a linguagem metafórica e atua por meio da imagem. Em vez de fazer uso da lógica e do pensamento sequencial, é intuitivo, carregado de pensamentos simultaneos. É a morada da criatividade, é o lado do poeta que descreve, de um jeito diferente a cada vez, o mesmo amanhecer de todos os dias.

Quando decidimos aprender algo novo, ou mesmo incorporar uma nova atividade em nosso cotidiano, devemos estar conscientes que durante um tempo, vamos enfrentar resistencia do próprio cérebro. Isto porque se faz necessário a produção de uma nova rede neuronal, para reformatar e ampliar a arquitetura cerebral já existente.

Nessa fase surgem os diálogos internos de desistência, onde os contratempos enfrentados, incitam o organismo a deixar a atividade para o dia seguinte; se não houver persistência nessa fase, a tendência cerebral é sempre postergar até que então, acabamos “jogando a toalha” e desistindo de vez.

A perseverança é a chave para superar essa resistência natural do cérebro; a autodisciplina ampliará os limites da capacidade cerebral, proporcionando um desfrute de múltiplos beneficios, e tornando a nova atividade um vicio prazeroso.

Antes de “jogar a toalha”, resista, seja persistente, até romper a plasticidade que envolve o cérebro, o que dificulta a formação de novas redes neuronais. Tendo vencido essa primeira etapa de resistência, a atividade que parecia incomodar e transtornar sua tão conhecida zona de conforto, e gerava um aparente desequilibrio, irá paulatinamente sendo transformada em prazer, alegria e felicidade.

Não desista diante das dificuldades e dos conflitos, não jogue a toalha, persevere e você será um vencedor! Nossa persistência nos levará a tornar em realidade o que sonhamos para nossa vida.

Persevere e seja feliz!

Sonia Valerio da Costa
Em 12/11/2010

Livros

O Perdão

Tive o privilegio de participar do lançamento deste livro em 24/10/2010, na Igreja Batista Filadelfia – Água Rasa, quando também conheci pessoalmente o seu autor, o Pr. Pedro Mendes.

O próprio título já me chamou a atenção e despertou a curiosidade para ler e também postar um comentário aqui em meu Blog. O assunto deste livro já tem sido matéria de inúmeras publicações, porém, como humanos que somos e conscientes que, sempre estamos necessitando do perdão divino para nossos pecados, êrros e falhas cotidianas; diante disso temos um interesse  inato de saber, sempre um pouco mais, a respeito desse atributo divino, que é o perdão.

Fiquei deveras encantada com a forma como escritor discorreu sobre o assunto “perdão”. Utilizando textos bíblicos bastante conhecidos, ele apresenta uma  perspectiva diferente, de como Deus trabalha em nossas vidas para nos perdoar, e também despertar em nós, o desejo e o prazer em perdoar aos nossos semelhantes pelas ofensas recebidas.

Um tema que tem sido bastante explorado, porém, ainda considerado de difícil elucidação, é a imperdoabilidade da blasfêmia contra o Espírito Santo. O Pr. Pedro Mendes comenta sobre o assunto de uma forma bastante cautelosa, mas que nos trás um pouco mais de luz sobre o assunto.

Para aqueles que ainda tem dificuldades de assimilar o perdão divino, e também perdoar a si mesmo e aos outros, este é um livro trará um pouco mais de luz sobre o assunto. Vale a pena conferir.

(Noite de autógrafos do Livro “O Perdão” com o Pr. Pedro Mendes)

Por Sonia Valerio da Costa
Em 04/11/2010
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