Capítulo 5, Meu livro

5 Transmitindo conhecimento…

“Milhões de pessoas viram maçãs caírem; Newton foi o único a se perguntar por quê?”. (Bernard Baruch, banqueiro e político). (4)

Entendemos que mesmo após Adão ter saído do Jardim do Éden, Deus continuou com os mesmos propósitos de transmitir seu pleno conhecimento para o homem que formara; para tanto, Ele sempre encontrou homens dispostos a ter participação direta na realização de seus planos; Ele pôde contar com o desprendimento de Noé, José, Moisés, Davi, Salomão, Daniel e outros.

Integrando gerações

Na transmissão da memória cultural que é passada de geração para geração, sempre existiu conflitos; se pelo lado da geração posterior existe uma certa dificuldade em aceitar passivamente o que existe, a geração anterior se opõe a aceitar o que é novo.

Fernando Bonassi, em sua crônica “Porque matamos nossos pais”, de forma tão singular, foi muito feliz na sua maneira de expressar o que temos vivido cotidianamente, concernente ao instinto existente em todo ser humano, em querer “apagar” o seu passado. Toda a crônica foi constituída de apenas “respostas” para a cruel pergunta “por quê matamos nossos pais?”

Por ser tão interessante, transcrevo aqui, algumas das respostas apresentadas por ele: “Porque a velocidade tende a abalar o equilíbrio dos tempos. Porque o espaço não se comporta como antigamente e foi cercado de interesses. Porque os interesses são maiores que a satisfação e a satisfação nos mete medo. Porque as pistas estão desencontradas, os marcos foram embaralhados e as lições não fazem sentido.  Porque aprendemos o que não nos serve. Porque há um incômodo moderno nas boas causas de família. Porque a família se reúne, mas não se encontra.  Porque os encontros são furtivos e recheados de gagueira. Porque a inocência está acabando. Porque há os que preferem a certeza do inferno na terra, ao risco do Paraíso no céu. Porque as posições são mesquinhas e os conceitos medíocres, mas, principalmente, porque a paz verdadeira há de custar mais caro do que esse chapéu passado entre uns poucos bem intencionados.” (68)

Através da história percebemos que o progresso da ciência sempre aconteceu decorrente dos conflitos entre as gerações.  O interesse pelo conhecimento e o desejo pela leitura, sempre são decorrentes de algum conflito, tanto interior (interesses pessoais), quanto exterior (interesses sociais e políticos).

Transmitindo a memória cultural

Noé se predispôs a construir uma arca, conforme as orientações divinas, para que pudesse salvar da destruição que seria trazida sobre a face da Terra, ele, sua família e também de toda espécie animal para que fossem conservados em vida. (75: Gn. 6:7-8, 13-22; 7:1-5) José por ter recebido  de  Deus,  o  dom  de interpretar sonhos, foi Governador do Egito aos 30 anos de idade.  (75: Gn. 41: 14-16, 37-46)

O tempo passou e surge Moisés, que entrou numa verdadeira sintonia com o Deus Criador, para executar um projeto de grandes proporções; para tanto, esse mesmo, Deus, providenciou a Moisés a oportunidade de ser instruído em toda a ciência do Egito (1: At. 7:22).  Moisés, além de escrever a história da Criação, liderou a jornada do povo israelita pelo deserto.

Deus encontrou em Moisés, disponibilidade de tempo e de interesse para, por 40 dias e 40 noites dedicar-se exclusivamente para ouvir o Criador revelar-lhe a história da criação e também a arquitetura do Tabernáculo; se computássemos esse tempo em horas, chegaríamos num total de 960 horas contínuas de aprendizado.

“Quanto mais meditarmos nas Escrituras, mais claramente a voz do Mestre ressoará em meio aos sons do nosso silêncio.”  (20)

Mais ainda, Moisés foi o primeiro homem que se predispôs a documentar todo o conhecimento que havia alcançado, com respeito aos feitos divinos durante a Criação de todas as coisas, afim de que pudesse ser transmitido para sua posteridade.  (1: Ex. 17:14; 24:4; 31:18; 34:27-28)

Tenho a ousadia de imaginar que Moisés possuía uma sensibilidade tão singular, que apesar do esforço incansável dos arqueólogos, em fazer escavações em busca de provas, com respeito á Gênese do mundo, ainda prevalece internacionalmente, a história escrita por Moisés. (1: Ex. 17:14; 24:4; 31:18; 34:27-28) e (26).

Temos conhecimento que muitos registros arqueológicos têm sido encontrados, que apenas confirmam a Gênese documentada por Moisés, mas não de forma tão completa, como a registrada na Bíblia Sagrada.  (7)

O Rei Davi que reinou sobre Israel foi considerado como sendo ‘segundo o coração de Deus’ e salmodiava louvores a Deus (1: I Sm. 13:14; 16:18).  O Rei Salomão foi o homem mais sábio da Terra; essa sabedoria lhe foi dada pelo próprio Deus (1: I Rs. 3:11-12). Escreveu três mil provérbios e mil e cinco cânticos; conhecia toda a Natureza, tanto do reino animal quanto do vegetal (1: I Rs. 4:29-34).

Séculos mais tarde Deus levanta Daniel, que também disponibilizou seu tempo para ouvir Deus falar.  Nabucodonozor, Rei de Babilônia, sitiou Jerusalém e levaram cativos muitos israelitas; então deu ordens a “Aspenaz, chefe dos seus eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel, e da linhagem real e dos nobres, mancebos em quem não houvesse defeito algum, formosos de parecer, e instruídos em toda sabedoria, sábios em ciência, e entendidos no conhecimento, e que tivessem habilidade para viverem no palácio do rei, afim de que fossem ensinados nas letras e na língua dos caldeus”. (1: Dn. 1:3-4) (grifo nosso)

“E entre eles se achavam, dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Asarias”. (1: Dn. 1:6) Diz a Bíblia Sagrada que “a estes quatro mancebos Deus deu o conhecimento e a inteligência em todas as letras e sabedoria; mas a Daniel deu entendimento em toda visão e sonhos”. (1: Dn. 1:17)

O Rei determinou que eles fossem criados e treinados para se adaptarem àquela cultura, por três anos, porém Daniel assentou no seu coração não se contaminar com a porção do manjar do rei, nem com o vinho que ele bebia. (1: Dn. 1:5 e 8 )

“E ao fim dos dias, em que o rei tinha dito que os trouxessem, não foram achados outros tais como eles. Em toda matéria de sabedoria e de inteligência, sobre que o rei lhes fez perguntas, os achou dez vezes mais doutos que todos os magos ou astrólogos que havia em todo o seu reino”.  (1: Dn. 1:18 a 20)

Quando a Bíblia fala a respeito da “habilidade” que eles possuíam para viverem no Palácio real, entendemos que se refere à ética moral e religiosa que é peculiar aos grandes homens que têm carisma e sabem se sair bem em quaisquer circunstâncias.

Daniel possuía esse carisma e nem por isso se intimidou de proclamar quem era o Deus que ele servia; foi instituído Governador de toda a província de Babilônia (1: Dn. 2:48), e foi salvo da cova dos leões (1: Dn: 6: 10, 16, 21, 26-27).  Hananias, Misael e Asarias também se mantiveram fiéis ao Deus Todo Poderoso, O qual os livrou na fornalha de fogo ardente, testemunhando diante de toda aquela nação que não existe outro deus que pudesse realizar milagre como aquele. (1: Dn. 3:15-18, 24-25 e 28-29).

Suas atitudes de coragem e fé serviram para, mesmo no meio de uma cultura impregnada de idolatria a deuses pagãos, marcar a diferença da vida de uma pessoa que serve somente ao Deus Verdadeiro, Criador dos céus e da terra e a daqueles que se conformam em calar-se diante de tanta corrupção, idolatria, feitiçaria, violência e impunidade. (1: Ez. 33:2-16; Ml: 3:16-18; Cl: 3:1-10)

“Podemos ser conhecedores com o conhecimento dos outros, mas não podemos ser sábios com a sabedoria dos outros.” (Michel de Montaigne)  (61)

Salvação para todos os termos da Terra! (1: Is. 45:22)

Mais alguns séculos se passaram, e Deus envia Jesus Cristo, seu único Filho, para a mais importante missão a ser realizada aqui na terra, que é a de resgatar o ser humano da escravidão do pecado da desobediência (1: Jo. 3:16).  A primeira atitude de Jesus foi se instruir e adquirir todo conhecimento existente naquela época (1: Lc. 2:40, 46 e 52).  Dos 12 aos 30 anos, Ele se dedicou a aprender, conhecer e assimilar a religião judaica fundamentada na lei de Moisés.

Aos 30 anos Jesus já estava apto para exercer seu ministério e cumprir a missão de abrir um caminho de acesso direto entre Deus e o homem; já estava capacitado para libertar o povo da escravidão da lei espiritual e mostrar o caminho da salvação através da Sua graça.  (1: Lc. 3:21-23; 4:16-21).

Alguns anos se passaram e Deus precisava de um homem disposto a entender que Seu plano de salvação também alcançaria os demais povos. Para tal empreendimento, Deus encontrou em Saulo, posteriormente Paulo, a disposição de ser participante de Seu plano divino (1: At. 9:4-6; 22:6-11, 15 e 21). Paulo recebendo essa revelação foi perseguido pelos judeus em Jerusalém e então decidiu ir para a Arábia e acabou ficando na cidade de Damasco por três anos.  Voltou a Jerusalém por um período de 15 dias (1: Gl: 1:18-21) e depois foi para a Síria e Cilicia.

Após 14 anos voltou para Jerusalém; nesse tempo cremos que Deus lhe revelou os mistérios profundos da salvação pela graça, que são apresentados com muita propriedade em suas epístolas.  (1: At. 21:28; Gl. 1:15-23 e 2:1-9).

Teremos mesmo um Apocalipse?

Daniel foi escolhido por Deus para escrever para a posteridade mistérios apocalípticos, mesmo antes de Jesus Cristo vir a este mundo terrestre. (1: Dn. cap. 7-12)

Anos mais tarde, Deus encontrou em João a disponibilidade de revelar o fim de todas as coisas. Estando ele na Ilha de Patmos foi arrebatado em espírito e recebeu a revelação apocalíptica das coisas que iriam acontecer; recebeu ordem de também escrever num livro tudo o que tinha visto, para que as informações não fossem deturpadas, mas transmitidas na sua integridade para as gerações futuras. (1: Ap. 1:9-11)

É natural do ser humano temer o desconhecido. Quando nos damos conta de que alguma coisa que está fora do nosso controle, vem ao nosso encontro, nossa primeira reação é rejeitar, e tomar uma posição de retração; essa atitude é uma conseqüência natural, que demonstra o medo que temos de nos envolver em algo, que poderá nos prejudicar.

Nos dias de Noé, a humanidade estava envolvida apenas com os afazeres do dia-a-dia, isto é: comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, e não acreditaram na mensagem que estava sendo anunciada com respeito ao que aconteceria na face da Terra; assim veio o dilúvio e os consumiu a todos. (85: Mt. 24:37-39)

Por quê não acreditaram? Porque nem a humanidade, nem os cientistas de então, sabiam o que era chuva. Como já dissemos no capítulo anterior, entendemos que até aquela época ainda não havia chovido na face da Terra (1: Gn. 2:6; 8:2); além disso, Noé, sendo avançado em idade, provavelmente era tido como esclerosado por anunciar tão grande absurdo!

Na atual era chamada “Era Cristã”, a mensagem que está sendo anunciada é de que Jesus voltará para arrebatar Sua Igreja.  A Bíblia Sagrada fornece todas as orientações para que todos os que queiram fazer parte desse arrebatamento, saibam como proceder (1: Mt. 24, 25:1-13; Fl. 3:18-21; I Ts. 4:13-17; I Tm. 2:3-6; Hb. 9:27-28 e 12:14; Tg. 1:19-27; I Pe. 1:13-23; I Jo. 2:3-17).

Mesmo assim, parece que a idolatria (1: Sl. 115:2-9), o ceticismo, e os afazeres do dia-a-dia estão tão arraigados no coração da humanidade (1: Ef. 5:1-21), que grande parte está despercebida quanto ao tempo que está passando……e que esse dia está para chegar a qualquer momento!

Novos Céus e nova Terra

Assim como diziam que Noé estava louco, hoje dizem que os cristãos é que estão loucos! Imaginemos que multidões de todos os povos, raças e línguas têm apregoado que brevemente um povo desaparecerá desta Terra, pois terão sido arrebatados para um outro mundo, o qual ainda ninguém conhece verdadeiramente.  Será que o mundo todo estaria sendo “contaminado” com essa tal loucura?!!!…  (85: Mt. 24:36-39)

Com certeza, afirmamos que os que têm apregoado esta mensagem, não estão loucos e nem tampouco esclerosados.  Ouso a afirmar, que qualquer sábio que venha a utilizar racionalmente seu pensamento lógico, chegaria conclusivamente a essa mesma verdade que tal povo tem anunciado.

Se Deus criou os céus e a terra e tudo o que neles habita, para constituir um Reino para o Filho de seu amor (1: Cl. 1:13), logicamente, esse Filho, que é Jesus Cristo, virá a qualquer momento retirar desta terra, todos aqueles que O amam e Lhe são submissos, para que possa reinar verdadeiramente sobre eles; e será um reino eterno e de equidade.

Todos aqueles que se dispuserem a aceitá-LO como Rei e Senhor de suas vidas, com certeza Ele os levará para um lugar desconhecido, porém o suficientemente seguro, até que sejam feitos novos céus e nova Terra, onde habitarão com Ele eternamente. (1: Ap. 21:1-4)

A Cidade Celeste

Ó Sião celeste, repouso dos santos, O teu arquiteto se chama o SENHOR;

Em ti entraremos, com gozo e canto, Com os que adoram o bom Salvador,

Em bela planície estás situada, E que majestosa rainha és tu!

De pedras preciosas estás adornada; Demonstras a glória de Cristo Jesus.

De Cristo Jesus, de Cristo Jesus. Demonstras a glória de Cristo Jesus.

Teus belos caminhos tratados com zelo, E as tuas torres, que vistas farão!

De todos os palácios, grandioso é o modelo; Em ti nós teremos a consolação;

As portas do muro são todas formosas; A praça é calçada de ouro que luz;

Em ti essas coisas são mui gloriosas, E és toda cheia da paz de Jesus!

Da paz de Jesus, da paz de Jesus! E és toda cheia da paz de Jesus.

 

Jamais haverá em ti noite alguma, teu grande luzeiro perpétuo será;

Sem a luz do sol, nem d’estrelas ou lua, A glória de Cristo te alumiará.

E neste esplendor, de um sol verdadeiro, Os santos e anjos do céu entrarão.

Com Ele p’ra sempre ali reinarão. Ali reinarão, ali reinarão,

Com Ele p’ra sempre ali reinarão.

Oh! Que grande festa nos é concedida, Com a mesa posta, espera o Senhor,

A todos inscritos no livro da vida, E que já da morte não têm mais temor;

De todos que foram por Cristo comprados, O lindo cortejo composto será;

E Deus, que há dado o Seu Filho amado, Com Cristo na glória, os consolará,

Os consolará, os consolará, Com Cristo na glória, os consolará. Paulo Leivas Macalão (Harpa Cristã, nº 142)

Uma fábula…

Um pássaro, ao sobrevoar pelo cerrado africano, percebeu que, na trajetória de uma manada de elefantes, um grande formigueiro seria atingido e destruído.

Mais que depressa, passou pelo formigueiro e preveniu as formigas que por ali transitavam buscando e levando comida para o interior de sua casa, dizendo:

– Escondam-se, depressa; vem vindo aí uma manada de elefantes e com certeza vocês serão destruídas.

As formigas, curiosas, perguntaram: – Onde?  Onde?.

O pássaro respondeu: – Não vai dar tempo de vocês verem. Acreditem em mim, escondam-se!

Não é difícil imaginar que naquele momento houve um tumulto no formigueiro: algumas formigas, tomadas pelo medo, acataram o “conselho” do pássaro e se esconderam bem lá no fundo do formigueiro; as demais, por curiosidade, ficaram por ali para que pudessem ver os elefantes e assim constatarem se o pássaro que lhes transmitira o aviso era ou não, digno de confiança.

Conclusão: as primeiras se salvaram, porém, as demais, devido à curiosidade, foram esmagadas pelas patas dos elefantes.

Como será a vida depois da morte?

Vamos pensar um pouco a respeito do que faremos quando nosso corpo já tiver sido transformado, e já estivermos lá no céu.  (1: Ap. 21:1-7)

Diz a Palavra de Deus, que reinaremos com Cristo durante mil anos (1: Ap. 20:6); seremos sacerdotes de Deus e de Cristo.  Creio que nesse período o próprio Jesus Cristo terá o prazer de nos transmitir os mistérios do conhecimento da ciência e do progresso tecnológico, que atingirão o seu apogeu e alcançarão o fim a que se propuseram. Paulo já considerava que nós somos embaixadores da parte de Cristo (85: II Co. 5:17-21).

Enoque foi participante do plano divino; andava com Deus de tal maneira, que Deus para si o tomou.  Entendemos que ele não se isolou do mundo para viver uma vida monástica ou coisa parecida, mas diz a Bíblia que ele gerou filhos e filhas (1: Gn. 3:1-5).

Entendemos que para agradarmos e andarmos com Deus, não é necessário nos isolarmos do mundo no qual estamos vivendo; basta que pratiquemos os mandamentos divinos.  Para fazermos a vontade de Deus e entrarmos em total sintonia com Ele, devemos disponibilizar nosso tempo, para que possamos absorver sadiamente Seus conhecimentos.

Quando Elias compreendeu que a vontade de Deus para com o ser humano que criara, era somente que O obedecêssemos, levantou sua cabeça e partiu para uma nova jornada de vitória. (1: I Rs. 19) Ele, como profeta de Deus, não morreu, pois Deus se agradou tanto de sua maneira de viver, que o arrebatou ao céu num redemoinho, após separá-lo de Eliseu, seu sucessor, por um carro de fogo aparelhado com cavalos de fogo.  (1: II Rs. 2:11)

“Dizem que a vida é curta. Não é verdade. A vida é tão longa, que não há tempo a perder longe do perdão e da ternura. A vida é tão longa, que, sem a prática espiritual, são poucos os que se mantêm vivos o suficiente até chegar ao leito de morte. A maioria morre muitos anos antes.”  (22)

 

Continue lendo o capítulo 6: Construindo Conhecimento

 

Sonia Valerio da Costa

18/11/2009

2 Comments

  1. Parabéns, pelo livro. Esse é um sonho que eu também tenho. No próximo ano vou procurar empenhar-me nesse sonho. Estarei publicando alguns itens no meu Blog com o crédito a você, é claro.
    Deus a abençoe.

    Reply
    1. Sonia Costa

      Olá, Roseli, agradeço seu comentário em meu Livro Virtual. Me desculpe pela demora em responder. É que são muitos comentários que recebo e hoje resolvi conferir texto por texto e capítulo por capítulo, para ver se não havia ficado alguma pendência.
      Fico feliz de vc ter gostado do que leu aqui.
      Abraços.
      Sonia

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