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O Código Da Vinci (Filme)

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Leonardo Da Vinci sempre gostou de enigmas e por isso os colocava em lugares sutis e estratégicos em suas pinturas.  Uma vez detectados, esses códigos sempre atrairam curiosos, pesquisadores, arqueólogos e também especuladores que estão sempre à espreita para se aproveitarem da credulidade de muitos, e com isso, conseguirem algum proveito.

Sabemos que os símbolos falam mais do que mil palavras, pois proporcionam múltiplas interpretações; com o passar do tempo eles são distorcidos, reinterpretados e dessa forma acabam proporcionando polêmicas de pensamentos e de filosofias. No decorrer da história, sabemos que, quando essas diferentes interpretações começaram a interferir no campo teológico, muito sangue foi derramado, até mesmo em nome de Deus.

No filme “O Código Da Vinci” (baseado no livro de mesmo nome), Robert Langdon (Tom Hanks) é um famoso simbologista, que foi convocado a comparecer no Museu do Louvre após o assassinato de um curador, Jacques Sauniere (Jean-Pierre Marielle).  Essa morte deixou uma série de pistas e símbolos estranhos, os quais Langdon precisa decifrar. Em seu trabalho ele conta com a ajuda de Sophie Neveu (Audrey Tautou), criptógrafa da polícia. Porém o que Langdon não esperava era que suas investigações o levassem a uma série de mensagens ocultas nas obras de Leonardo Da Vinci, que indicavam a existência de uma sociedade secreta que tem por missão guardar um segredo que já dura mais de 2 mil anos.

Quando Langdon e Sophie descobrem que o segredo preservado por essa sociedade secreta envolve o Santo Graal, sentem que passam a ser perseguidos de forma mais intensificada, que quase acabam mortos antes de descobrirem o tal segredo.

O filme  oferece esclarecimentos a respeito dessa Sociedade secreta, o “Priorado de Sião” e seu braço militar, os “Cavaleiros Templários”. Apesar do Priorado ter sido dizimado, não se extinguiu totalmente. Há indícios de que existem secretamente até hoje, e afirmam que “somos quem protegemos, aquilo que defendemos”; para essa proteção agem sempre em quatro: um Grão-Mestre e três guardiões.

Langdon, num dos momentos de maior suspense, afirma: “é por isso que estudamos história; para parar de matarmos uns aos outros”. Esta é uma frase bastante sábia  que, se a humanidade estudasse mais profundamente as causas e razões de determinados acontecimentos históricos, evitaria confrontos e mortes em guerras sem objetivos definidos.

Na minha opinião, como cristã-evangélica, nada mudará minha forma de pensar de que Jesus Cristo veio à terra para redimir a humanidade de seu pecado original (desobediência), e que era 100% homem e ao mesmo tempo 100% Deus. Ele abdicou de sua deidade para poder sentir as nossas dores e aflições, e assim entregar-se à morte de cruz para nossa salvação.

Vale a pena assistir o filme, porém com muita cautela, sabendo que não existem provas plausíveis e/ou fiéis a respeito do periodo de “silêncio” na vida de Jesus Cristo, dos 12 aos 30 anos. Como já disse anteriormente, o que existe são apenas especulações. Não podemos que ficções distorcidas comprometam a divindade de Jesus Cristo e seu poderio sobre as nossas vidas.

Ainda não se descobriu também, nenhum registro histórico que outro homem que também tivesse sido chamado Jesus; nem que tivesse vivido de forma semelhante a Jesus, chamado O Cristo; nem que tivesse morrido morte de cruz e, muito menos, ressuscitado ao terceiro dia.

Jesus, O Cristo, foi o único que cumpriu à risca, todas as profecias profetizadas anteriormente, com respeito à decisão de Deus de enviar seu próprio Filho ao mundo, para redimir o homem que Ele mesmo criou.

“Certamente o Senhor, o Soberano, não faz coisa alguma sem revelar o seu plano aos seus servos, os profetas.” (Bíblia NVI, Amós 3:7).

Postado por
Sonia Valerio da Costa
Em 22/12/2010

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