Capítulo 7, Meu livro

Visão: Se a sua visão for para um ano, plante trigo. Se a sua visão for para dez anos, plante árvores. Se a sua visão for para a vida inteira, plante pessoas. (Antigo provérbio Chinês) (17)

A concentração física está diretamente ligada à concentração mental.  Se desconhecermos o assunto que nos estão apresentando, será difícil mantermo-nos mentalmente concentrados, para que possamos absorver tal conhecimento; nossa primeira atitude é buscarmos conversas paralelas e, em último caso, nos retirarmos do local onde nos encontramos.

Émile Javal, oftalmologista francês, observando o movimento ocular do leitor durante o ato da leitura, constatou que é nosso cérebro, que comanda os olhos na busca de informação; se o cérebro não sabe o que buscar, os olhos vagueiam ao acaso, fixando-se ora aqui, ora ali.

O conhecimento já adquirido também influencia diretamente no nosso interesse de concentração.  Enquanto não atingimos a maturidade, devido aos nossos conflitos existenciais que nos é peculiar, teremos dificuldades em mantermos um diálogo entre os diferentes significados (os que já temos e os que nos vão surgindo diariamente).

“Os relacionamentos, quer sejam humanos quer divinos, nunca crescem sem que sejam feitos um investimento de tempo com qualidade.”  (20)

Os opostos se atraem

O interesse pelo sexo oposto é a busca do que é diferente, para que possamos completar o que nos falta; e é da união das diferenças que a vida continua e assim se perpetuará.  É através do amor que encontramos motivos suficientes para construirmos o significado da vida e as razões para nosso viver.

O suicida é alguém que perdeu o significado da vida.  Nós que nos consideramos “cristãos”, podemos fazer alguma coisa em benefício de tais pessoas; temos condições de proporcionar-lhes um novo significado para suas vidas; nós podemos mostrar a elas que, Deus, pelo Seu imensurável amor com que amou toda a humanidade (85: Jo. 3:16), enviou Seu próprio Filho Jesus Cristo, para nos redimir e nos tirar da condição de excluídos e nos colocar em “lugares celestiais” (85: Ef. 1:3; 2:6).

Quem vive em “lugares celestiais”, com certeza vive uma vida de felicidade, pois já teve um contato tão íntimo com o Seu Criador, que não teme mais os obstáculos da vida; seus passos serão firmes, porque estará sobre uma Rocha inabalável (1: Sl. 40:1-3; Pv. 18:10).

Você já se deu um tempo para ouvir?

A criança constrói sua significação a partir dos acolhimentos e relacionamentos.  Escutar é uma forma natural de acolhimento; com isso entendemos que a linguagem é o grande instrumento para se construir o significado da vida.  A experiência e significados que já adquirimos, não podem ser transferidos, mas disponibilizados, para que o outro construa sua própria experiência.

Para fazermos um acolhimento adequado precisamos transmitir conhecimentos que possam ser absorvidos satisfatoriamente, e assim proporcionar significados para a vida de alguém. É necessário sabermos utilizar a linguagem adequada e de forma apropriada, disponibilizando um espaço agradável e um tempo suficiente, de forma que o outro possa se encantar e usufruir a beleza e satisfação que a vida nos dá, quando encontra seu verdadeiro significado.

Você já aprendeu a administrar seu tempo?  (1: Ef. 5:14-16)

Faz-se necessário dispor de um tempo suficiente para que determinada pessoa possa se ambientar e criar vínculos com os significados existentes no espaço em que se encontra.

O significado acontece e se constrói, num espaço e num tempo adequados, através da convivência de dois ou mais seres que poderão levar a outros, o significado descoberto.

“A observação de crianças ensinou aos psicólogos que, o tempo saudável para se guardar uma emoção qualquer, vai de cinco a oito minutos. Quando a emoção dura mais do que isso é porque nos apegamos a algo” (27), isto é, foram criados laços (3) de apego, seja de amor fraternal, amor Ágape, ou amor conjugal.

“Não importa quanto tempo nos dão, ou quanto tempo temos; o que importa é o que fazemos com o tempo que nos dão.”  (extraído do Filme ‘O Senhor dos Anéis’)

Permita-se vivenciar esta experiência!

A experiência em receber conhecimentos e que eles tenham significados para nós, é individual e bastante peculiar, porque parte da singularidade e especificidade de cada um; a partir daí é necessário abrir-se para uma reflexão e reelaboração dos significados recebidos, para que possamos interagir com o mundo; do contrário a experiência em receber conhecimentos, morre aí.

De que me servirá todo meu esforço na busca e construção de um significado se não tiver oportunidade de compartilhá-lo com alguém?

“Nossa interação com o mundo que nos cerca é construída por uma sucessão de experimentos; deveremos estar sempre em situações de tentativas, pois é este um forte quesito para nossa sobrevivência.”  (39)

As possibilidades de vinculação são fundamentais para a busca do conhecimento; é natural que todo ser humano que consegue adquirir qualquer conhecimento, tenha o desejo de compartilhá-lo com alguém.

Deus conhece sua profissão, melhor do que você!

Quando Adão e Eva foram convidados a se retirarem daquele Jardim, eles não perderam o conhecimento adquirido, mas procuram passá-lo para seus filhos, Caim e Abel.  O intuito de Deus era transmitir conhecimentos ao homem que criara, mas de uma forma metódica e com muito cuidado, para que o homem pudesse assimilar paulatinamente cada nova informação.

Deus tinha consciência que o homem ainda não estava com sua personalidade totalmente estruturada, para receber num só momento, tão grande bagagem de informações. Dessa forma, ainda não teria capacidade e maturidade para lidar com elas; muito menos administrá-las com sabedoria (85: Rm. 5:3-5 e 8: 24-28; Tg. 5:7).

Podemos perceber que até então, o poder e capacidade que eles possuíam era consideravelmente superior, tanto que seus filhos já não tiveram a mesma capacidade de seus pais; cada um se especializou numa área do conhecimento daquela época. Caim se especializou em agricultura e Abel em ovinocultura (1: Gn. 4:2).

Algumas gerações depois, a Bíblia Sagrada registra que Jubal se especializou em Música (harpa e órgão) (1: Gn. 4:21); Tubal-Caim se especializou em serralheria (cobre e ferro) (1: Gn. 4: 22). Noé foi lavrador e viticultor (1: Gn. 9:20); Ninrode foi grande caçador (1: Gn. 10:9); Abraão e Ló eram pecuaristas (1: Gn. 1:5-8); Ismael foi flecheiro (1: Gn. 21:20).

O registro bíblico que se refere ao conhecimento de Bezaleel nos deixa realmente sensibilizados, pois constatamos que o próprio Deus diz a Moisés, que o encheu do espírito de Deus, de sabedoria, e de entendimento e de ciência, em todo o artifício.  Deus o capacitou para inventar invenções, e trabalhar em ouro, em prata, e em cobre, e em lavramento de pedras para engastar, e em artifício de madeira, para obrar em todo o lavor; Deus acrescenta ainda que colocou a Aoliabe para trabalhar junto a Bezaleel.  (1: Ex: 31:1-6)

Josias foi um excelente administrador político e iniciou seu reinado aos oito anos de idade (1: II Cr. 34:1); Mitredate era tesoureiro de Ciro, Rei da Pérsia (1: Ed. 1:8); Zorobabel e Jesua eram construtores (1: Ed. 5:2); Esdras era escriba da Lei de Deus e também sacerdote (1: Ed. 7:12).

Mais recentemente, na época do Novo Testamento temos: Mateus, cobrador de impostos e também trabalhava na alfândega (1: Mt. 9:9); Levi era publicano e trabalhava na recebedoria (1: Lc. 5:27); Pedro e André eram pescadores (1: Mt. 4:18); Lucas era médico (1: Cl. 4:14); Paulo tinha por ofício fazer tendas (1: At. 18:3).

Você já parou para pensar o quanto Deus sabe a respeito de sua profissão?  Se Ele criou todas as coisas e também estava presente na hora em que fomos gerados, entendo que não existe conhecimento ou informação adquiridos até então, ou que ainda venham a ser, que Deus não entenda e/ou não compreenda.

Se você ainda tiver algum resquício de dúvidas a esse respeito, leia na Bíblia Sagrada, os capítulos 38 ao 41 do Livro de Jó, e veja quantas perguntas registradas ali, você consegue responder?!…; creio que, com certeza, você passará a entender que somente em Deus encontraremos todo o mistério da ciência, da tecnologia e a Suprema Sabedoria.

“… e o que dá ao homem o conhecimento, não saberá?”  (1: Sl. 94:10b)

É Deus quem controla harmoniosamente todo o Universo através das Leis Físicas, Químicas, Matemáticas, Biológicas, Genéticas, Ecológicas, Botânicas, Zoológicas, Geológicas, Astronômicas, Medicinais e Científicas (1: Hb. 1:10-12; Ap. 22:13).

“Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; operando eu, quem impedirá?”  (1: Is. 43:13)

O tempo precisa ser nosso aliado

Para que possamos nos apropriar satisfatoriamente de um determinado segmento do conhecimento humano, levamos pelo menos seis anos.  O período médio de um curso superior varia de quatro a seis anos; mesmo assim, quando terminamos determinada Faculdade, não sabemos o que fazer com o diploma recebido.

Quando começamos a trabalhar dentro da área na qual nos formamos, a prática nos ensina que vamos assimilando progressivamente o que aprendemos na escola; ou seja, passamos a vida aprendendo, mesmo porque, sempre surgem novos conhecimentos que precisam ser absorvidos, para que não venhamos a ficar fora da competitividade do mercado de trabalho.

Quanto tempo estou disponibilizando para adquirir conhecimentos da parte de Deus e de Jesus Cristo?  Digo desta maneira porque, sendo o Brasil, um país que se diz ser cristão, se faz necessário colocarmos em prática os valores morais e cristãos que aprendemos, acima de qualquer demagogia religiosa.

De nada nos adiantará se deixarmos a Bíblia Sagrada guardada em nossa estante, ou mesmo aberta no Salmo 91, se não a lermos e colocarmos em prática os mandamentos e orientações divinas nela contidos (85: Ef. 1:17-18).

Será que não estamos considerando Deus, como um ser totalmente mítico, que nos satisfaz espiritualmente, e serve apenas para responder nossas orações, mas que na verdade, são verdadeiros monólogos? Temos disponibilizado um tempo diário para ouvirmos Deus falar através da leitura da Sua Palavra, ou só temos tido tempo para pedir?!!!!  O tempo é nossa alienação.  (1: Ef. 5:14-16)

Elogio do Aprendizado

Aprenda o mais simples! Para aqueles cuja hora chegou, nunca é tarde demais! Aprenda o ABC.  Não basta, mas aprenda! Não desanime! Comece! É preciso saber tudo! Você tem que assumir o comando! Aprenda, homem do asilo! Aprenda, homem na prisão! Aprenda, mulher na cozinha!Aprenda, ancião! Você tem que assumir o comando! Não se envergonhe de perguntar, camarada! Não se deixe convencer. Veja com seus olhos! O que não sabe por conta própria, não sabe. Verifique a conta.  É você quem vai pagar. Ponha o dedo em cada item.Pergunte: o que é isso? Você tem que assumir o comando!”  (Bertold Brecht)  (39)

 

Continue lendo o capítulo 8: Repensando o Conhecimento

 

Sonia Valerio da Costa

19/11/2009

Bibliografia, Meu livro

1)             BÍBLIA Sagrada: contendo o Antigo e o Novo Testamento. Ed. Revista e corrigida na grafia simplificada, 87ª impressão. João Ferreira de Almeida, trad.  Rio de Janeiro : IBB; São Paulo : Vida, 1997.  1587 p.  (Contém: mapas; Concordância bíblica abreviada; Conciso dicionário bíblico)

2)             GASPARI, Elio.  Feliz o analfabeto que não lê este artigo.  In: Folha de São Paulo.  São Paulo, 24/set./2003, p. A5.

3)             SOALHEIRO, Bárbara.  Amor no laboratório.  In: Revista Superinteressante, São Paulo, 193, out./2003.  p. 86-91.

4)             1001 frases : as tiradas mais divertidas, invocadas, inteligentes e provocantes do mundo da tecnologia e da vida moderna.  Sandra Carvalho, ed.  São Paulo : Abril, 2003.  200 p.

5)             CURY, Augusto.  Análise da inteligência de Cristo : o Mestre dos mestres.  19. ed.  São Paulo : Academia de Inteligência, 1999.  227 p.

6)             NIETZCHE, Friedrich.  Além do bem e do mal : prelúdio a uma filosofia do futuro.  2. ed.  São Paulo : Companhia das Letras, 2000.  271 p.

7)             Anônimo.  A Epopéia de Gilgamesh.  2. ed. Tradução de Carlos Daudt de Oliveira.  São Paulo : Martins Fontes, 2001.  182 p.

8)             Revista ciência Hoje.  São Paulo, 33: 197, set./2003.

9)             MURRAY, Roseana.  Fruta no ponto.  São Paulo : FTD, 1986.  55 p.

10)         MURRAY, Roseana. Casas.  Belo Horizonte :   Formato Editorial, 1994.  23 p.

11)         PAES, José Paulo. Ri melhor quem ri primeiro : poemas para crianças (e adultos inteligentes).  São Paulo : Companhia das Letrinhas, 1998.  71 p.

12)         FOLHA de São Paulo.  São Paulo, 23/nov./2003, p. C8.

13)         FOLHA de São Paulo. São Paulo, 27/nov./2003, p. A19.

14)         O ESTADO de São Paulo. São Paulo,22/nov./2003,  p. C6.

15)         CONSELHO Regional de Biblioteconomia, 8ª   região. Bibliotecário : conheça sua Legislação.  São Paulo :  CRB/8, 1996.  76 p.

16)         NEE, Watchman.  O poder latente da alma.  Tradução de Delney O. Meireles, da versão inglesa do original em chinês.  Belo Horizonte : Parousia, 1988.  52 p.

17)         GRAY, Alice, org. Histórias para aquecer o coração : mais de 100 histórias que tocam o coração.  Tradução de Maria Emília de    Oliveira.  Campinas : United Press, 2001.  268 p.

18)         GRAY, Alice, org.  Histórias para aquecer o coração, 2 : uma nova coletânea com mais de 100      histórias que tocam seu coração. Tradução de  Maria  Emília de Oliveira. Campinas : United Press, 2002.   296 p.

19)         ZILBERMAN, Regina.  Fim do livro, fim dos leitores?  São Paulo : SENAC, 2001.  131 p.

20)         HANEGRAAFF, Hank.  A oração de Jesus : segredos para uma comunhão íntima com Deus.  Tradução de Emirson Justino.  Rio de Janeiro : CPAD, 2002.  102 p.

21)         ALMEIDA, Sérgio.  Ah! Eu não acredito! : como       cativar o cliente através de um fantástico atendimento.  Salvador : Casa da Qualidade, 2001. 143 p.

22)         CARLSON, Richard e SHIELD, Benjamin.  Os caminhos do coração.  2. ed.  Rio de Janeiro : Sextante, 2000.  192 p.

23)         DAMATTA, Roberto.  Por que morremos?.  In: O Estado de São Paulo : Caderno 2.  São Paulo, 09/Out./2003, p. D12.

24)         MORAIS, Jomar.  É só respirar.  In: Revista Superinteressante, São Paulo, 193, Out./2003.  p. 56-65.

25)         ENCICLOPÉDIA Ilustrada do Conhecimento Essencial.  Rio de Janeiro : Reader’s Digest Brasil         Ltda., 1998.  605 p.

26)         VOCÊ sabia? : uma nova forma de ver o mundo espantoso e fascinante em que vivemos.  Rio de Janeiro : Reader’s Digest Brasil Ltda., 1999. 384 p.

27)         COHEN, Alan.  Quem é mais feliz : você ou seu cachorro? : técnicas garantidas para acordar sempre alegre como ele. Tradução Marcelo Brandão Cipolla.  São Paulo : Pensamento, 2003.  93 p.

28)         DOWLEY, Tim, Dr. Pequeno Atlas bíblico.  São Paulo : Mundo Cristão, 1992. 30 mapas.

29)         DAVIS, John D.  Dicionário da Bíblia.  16. ed. Tradução do Ver. J. R. Carvalho Braga.  Rio de Janeiro : JUERP, 1990.  660 p.

30)         FREIRE, Paulo.  A importância do ato de ler : em três artigos que se completam.  42. ed.  São Paulo : Cortez, 2002.  87 p.

31)         GILMER, Thomas L.; JACOBS, Jon; VILELA, Milton.  Concordância bíblica exaustiva.  São Paulo : Vida, 1999.  1510 p.

32)         HOUAIS, Antonio; VILLAR, Mauro de Salles; FRANCO, Francisco Manoel de Mello.  Dicionário Houais da língua portuguesa.  Rio de Janeiro : Objetiva, 2001.  2922 p.

33)         VANZANT, Iyanla.  Enquanto o amor não vem : em busca de si e do amor que se deseja.  8. ed. Tradução de Fabiana Colassanti.  Rio de Janeiro :  Sextante, 1999.  272 p.

34)         CURY, Augusto.  Dez leis para ser feliz : ferramentas para se apaixonar pela vida. Rio de Janeiro : Sextante, 2003.  121 p.

35)         NOWILL, Dorina de Gouvêa.  Para quem quer ver além.  São Paulo : Original, 2002.  155 p.

36)         HOMEM mudou dieta para carne em uma geração. In: O Estado de São Paulo. São Paulo, 25/Set./2003,  p. A23.

37)         HAYNES, Gary.  O poder da língua.  3. ed. Belo Horizonte : Atos, 2003.  90 p.

38)         Retrospectiva 2003. (Globo Repórter de 26/12/2003).

39)         MIRANDA, Simão de.  Oficina de dinâmica de grupos : para empresas, escolas e grupos comunitários.  Campinas : Papirus, 2001.  2. v.

40)         BICKEL, Bruce.  Deus está nas pequenas coisas : e todas são importantes.  Tradução de Magali Fraga Moreira. Campinas : United Press, 2000.  249 p.

41)         BETTELHEIM, Bruno.  A psicanálise dos contos      de fadas.  16. ed.  Tradução de Arlene Caetano.  Rio de Janeiro : Paz e Terra, 2002.  366 p.

42)         HEALD, Cynthia.  A jornada de uma mulher ao coração de Deus.  Tradução de Elaine Carneiro de Sant’Anna.  São Paulo : Candeia, 1999.  317 p.

43)         DE MAIS, Domenico.  O ócio criativo.  4. ed. Entrevista a Maria Serena Palieri. Rio de Janeiro : Sextante, 2000.  336 p.

44)         LOPES, Reinaldo José.  Estudo dá 9000 anos a línguas européias.  In: Folha de São Paulo, São Paulo, 27/nov./2003.  p. A19.

45)         A BÍBLIA Sagrada.  Tradução na linguagem de hoje.  4. ed.  São Paulo : SBB, 1988.  447 p.

46)         ALVES, Rubem.  Sobre a morte e o morrer.  In: Folha de São Paulo, São Paulo, 12/Out./2003.  p. A3.

47)         ARCHER, Gleason L. Enciclopédia de dificuldades bíblicas.  São Paulo : Vida, 1997.  479 p.

48)         MAXWELL, John C.  O valor de uma amizade.  Tradução de Luiz Frazão Filho. Campinas : United Press, 2003. 131 p.

49)         DE MAIS, Domenico.  Criatividade : e grupos criativos.  São Paulo : Sextante, 2003.

50)         ENRÍQUEZ, Tomás.  Ser mais : estudos sociais I. 2. ed. São Paulo : Loyola, 1975. 124 p.

51)         OSÓRIO, Sueli.   Sistemas ajudam motorista no trânsito.  In:  O Estado de São Paulo,  São Paulo, 05/Out./2003.  p. 9. (Caderno 1)

52)         SCAVOLINI, Francesco.  Família e identidade brasileiras.  In: Folha de São Paulo, São Paulo, 17/Out./2003.  p. A3.

53)         FREITAS, Jillian.  Em NY, leitura teen não é muito        diferente. In: Folha de São Paulo, São Paulo, 17/Nov./2003.  p. 5 (Folhateen)

54)         CHAVES, Mauro.  O digno trabalho da dona de casa.  In: O Estado de São Paulo, São Paulo, 04/Out./2003.  p. A2.

55)         WILLER, Cláudio.  Para que UBE?  In:  Jornal da UBE : o Escritor, São Paulo, UBE, n. 104, Ago./2003.  p.3.

56)         PRATA, Mário.  O planeta das baratas.  In: O Estado de São Paulo, São Paulo, 19/Nov./2003.  p. D10.

57)         LAGNI, Daniel.  A igreja e as missões do século           21.  In: Folha de São Paulo, São Paulo, 10/Out./2003. p. A3.

58)         A BÍBLIA Viva.  9. ed. São Paulo : Mundo  Cristão, 1996.  313 p.

59)         BÍBLIA de estudo esperança.  São Paulo : SBB; Vida Nova, 2000.  1024 p.

60)         WALTON, John H.  Quadros cronológicos do Velho Testamento. Prefácio de Merrill C. Tenney.  São Paulo : IBR, 1991.  80 p.

61)         ANGELONI, Maria Terezinha, coord.  Organizações do conhecimento : infra-estrutura, pessoas e tecnologias. São Paulo : Saraiva, 2002.  215 p.

62)         BARBOSA, José Juvêncio. Alfabetização e leitura.   2. ed. rev.  São Paulo : Cortez, 1994.  159 p.

63)         CARVALHO, Gilda Maria Rocha de & TAVARES,    Márcia da Silva.   Informação            & conhecimento : uma abordagem organizacional. Rio de Janeiro : Qualitymark, 2001.  127 p.

64)         BLIKSTEIN, Izidoro.  Técnicas de comunicação escrita.  20. ed.  São Paulo : Ática, 2002. 95 p.

65)         CRAMER, Eugene H. & CASTLE, Marrietta, orgs.      Incentivando o amor pela leitura.  Tradução de Maria Cristina Monteiro. Porto Alegre : Artmed,  2001.  299 p.

66)         REPÓRTER viola segurança do palácio.  In: Folha       de São Paulo, São Paulo, 20/Nov./2003.  p. A15

67)         ELWELL, Walter A., ed. Manual bíblico do estudante : um guia para o melhor livro do mundo.  Rio de Janeiro : CPAD, 1997.  352 p.

68)         BONASSI, Fernando.  Porque matamos nossos pais.  In: Folha de São Paulo, São Paulo, 16/Dez./2003.  p. E.8.

69)         PORTELLA, Eduardo. Entre ciências e humanidades. In: Folha de São Paulo, São Paulo, 16/Dez./2003.  p. A3.

70)         LEWENKOPF, Caio.  Erros, fraudes e acertos.  In: Ciência Hoje, 32: 192, Abr./2003.  p. 40-41.

71)         GAUSMANN, Evelise & LUMINENT, Jean-Pierre. Universo: uma miragem topológica?        In: Ciência Hoje, 33: 194, Jun./2003.  p. 32-40.

72)         JAKES, T. D.  A dama, seu amado e seu Senhor : as três dimensões do amor feminino.  Traduzido por Neyd Siqueira.  7. ed.  São Paulo : Mundo Cristão, 2003. 246 p.

73)         NEE, Watchman.  Oremos.  São Paulo : Vida, 2001.  107 p.

74)         ASSIS, Jesus de Paula.  Dialética da fraude.  In:

Ciência Hoje, 31: 192, Abr./2003, p.32-39.

75)         BÍBLIA de estudo : aplicação pessoal ; versão Almeida revista e corrigida.  Rio de Janeiro : CPAD, 2003.  2012 p. (Contém mapas e diagramas bíblicos em cores)

76)         PRADO, Heloísa de Almeida.  Organização e administração de bibliotecas.  2. ed. rev.  São Paulo : T. A. Queiroz, 1992.  209 p.

77)         NOGUEIRA, Salvador. SpaceShipOne alcança limite do espaço.  In: Folha de São Paulo, Caderno “Ciência”, São Paulo, 22/Jun./2004.  p. A12.

78)         PILOTO de nave privada teve medo de morrer.  In: Folha de São Paulo, Caderno “Ciência”, São Paulo, 24/Jun./2004.  p. A17.

79)         A BÍBLIA anotada.  Versão Almeida, ver. E atual.  São Paulo : Mundo Cristão, 1991.  1835 p.  (Contém mapas bíblicos em cores)

80)         CASTLE, Stephen.  Menção a cristianismo em Carta racha UE.  In: Folha de São Paulo, São Paulo, 25/Maio/2004. p. A12.

81)         ELDREDGE, John.  Coração selvagem : descobrindo os segredos da alma do homem.  Trad. de Degmar Ribas.  Rio de Janeiro : CPAD, 2004.  200 p.

82)         LUFT, Lya. Pensar é transgredir.  6. ed.  Rio de Janeiro : Record, 2004.  185 p.

83)         JEREMIAH, David. Derrotando os gigantes de sua vida.  São Paulo : Vida, 2003.  282 p.

84)         BARRETO, Heleny Uccello Gama M. Uma dieta para a alma. São Paulo : Abba Press, 2008. 86 p.

85)         NOVO Testamento King James; edição de estudo. Tradução e revisão Comitê Internacional e permanente da tradução e revisão da Bíblia King James Atualizada (KJA). São Paulo : Abba Press, 2007. 639 p.

86)         MAGALHÃES FILHO, Glauco Barreira. Lições das crônicas de Nárnia. São Paulo : Abba Press, 2008. 109 p.

87)         COMPUTADOR com programa ‘telepata’ lê palavra na mente. In: Folha de São Paulo, São Paulo, 01/jun/2008. p. A25.

88)         ESCOBAR, Herton. Via-Láctea é uma espiral com dois braços, diz estudo. In: Estado de São Paulo, São Paulo, 19/jun/2008. p. A26

 

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