Direitos autorais, Meu livro

Escrever um livro é como gerar um filho; não há valor financeiro que corresponda às dificuldades, sofrimentos, noites mal dormidas, desprezos, desfeitas e humilhações, que passamos durante o período “gestacional” dessa nossa criação.

Desde que comecei a escrever este livro nunca desejei obter qualquer lucro financeiro com sua publicação. E este foi o principal motivo que me levou a publicá-lo virtualmente.

Seu comentário será bem vindo em qualquer um dos textos que publiquei e/ou vier a publicar em meus Blogs. Você só não encontrará espaço, para publicar assuntos pessoais que estejam fora do contexto deste livro virtual. Só cresceremos em conhecimento, quando estivermos totalmente abertos para o diálogo construtivo e esclarecedor de idéias.

Apesar desse meu desapego financeiro, autorizo cópia, no todo ou em parte, dos textos postados neste Blog, desde que me sejam dados os devidos créditos.

 

Quero deixar publicado aqui, a ficha de catalogação na fonte, e também meu nº ISBN, solicitado como “Editora do Autor”.

C875 Costa, Sonia Valério da, 1958-    .      Título.  São Paulo : Editora do Autor, 2009. Publicado na Web em: http://folhasviajantes.wordpress.com/ISBN: 85-905743-1-8

 

 

 

 

Boa leitura, e que alguma parte deste livro virtual, possa despertar em você o desejo de ler mais e aumentar seus conhecimentos.

Assista os vídeos do youtube nos links abaixo; você vai gostar:

 

“Como escrever um livro – Parte 1”

 

“Como escrever um livro – Parte 2”

 

“Como escrever um livro – Parte 3”


Conheça a Bibliografia Consultada

Sonia Valerio da Costa

19/11/2009
Continua em Dedicatoria
 
Introdução, Meu livro

Quem lê, pensa…

Quem pensa, escreve… 

Quem escreve, fala…  

Quem fala, é ouvido…   

Quem ouve, se transforma…  

Quem se transforma, cria… 

Quem cria, gera mudanças…  

Leia!  Pense!  Escreva!  Fale!  Ouça!  Transforme-se!  Seja criativo!  

Contribua para a existência de um mundo melhor!

Este livro ‘nasceu’ no Curso “Leitura, Biblioteca e Educação”, acontecido na Capital de São Paulo durante o PROLER, na Biblioteca Infanto-Juvenil Monteiro Lobato, de 22 a 27/10/2001. No último dia, elaboramos uma Exposição das nossas “Memórias de Leitura”  que foi uma aplicação do curso que havíamos acabado de concluir. Durante aquele evento me senti impulsionada a ir embora, enquanto todos ainda estavam absortos naquela festividade de encerramento.

Fui ao Shopping Higienópolis, e depois de almoçar, desci para o piso Pacaembu.  Sentei-me em frente à joalheria Swarovski; comecei a contemplar a beleza dos cristais e o reflexo que a luz estava produzindo através deles; ao vislumbrar a beleza daquelas pedras preciosas, me reportei à história da criação. Enquanto estava pensando em como teria sido o momento em que Deus criou o Universo, Ele falou ao meu coração: escreve! Obedeci e ali começou este livro.

Este livro pode ser compreendido como um leque que se abre para outros livros, ou como a luz de uma estrela que oferece seus raios luminosos para outras estrelas; ou também, como uma bússola que, acima de qualquer tendenciosidade religiosa ou preconceituosa, possa apontar o caminho em direção ao pleno conhecimento (Is. 11:9b).

Propositadamente apresentaremos, vários pontos polêmicos, para que sejam passíveis de questionamentos e investigações, pois temos presenciado através da história, que as diferenças de pensamentos e de opiniões, sempre serviram para a busca da verdade em toda a ciência e sabedoria que Deus tem dado ao homem.  (Pv. 3:13Dn. 1:3-4, 17, 19-20 Os. 4:6)

Esta leitura levará o leitor a refletir, pensar e repensar seus conceitos e visualizar uma outra dimensão com respeito à história da Criação; provavelmente, os fundamentos de suas opiniões serão fortemente abalados; muitas inquietações surgirão em sua mente, as quais precisarão ser mais bem esclarecidas.

Ler é assumir compromisso diante da sociedade, pois quanto mais sabemos, mais temos o compromisso de fazer alguma coisa para melhorar, tanto nosso habitat, quanto nosso modus vivendi.

De certa forma concordo com a opinião expressada na crônica “Feliz o analfabeto que não lê este artigo” de Elio Gaspari (2), quando diz que o analfabeto é “feliz”, porém, é uma felicidade utópica e que não tem essência em si mesma. Ele acaba vivendo o que os outros querem que ele viva e assim é coagido a viver acéfalo; essa é a forma mais cômoda para se viver, pois ele não é obrigado e nem precisa raciocinar; ele elege outros para raciocinarem por ele.

Você, querido leitor, com certeza não é analfabeto, portanto pense bem antes de continuar lendo este livro. Meu desejo é que, ao ler este livro, você não consiga  mais  parar  e que, ao terminar de lê-lo, sua curiosidade esteja tão aguçada, a ponto de despertar o desejo de saciar sua sede de saber!

Você tem duas opções: “ler, ou não ler este livro!” Decida agora!

Se você decidiu por continuar lendo, o objetivo deste livro é apontar o melhor caminho para buscar o pleno conhecimento, compreendendo a predisposição divina em compartilhar Seu conhecimento, segundo a disposição volitiva do homem.

“E no último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé, e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim, e beba”.  (Jo. 7:37) (grifo nosso)
Se desejarmos nutrir um forte laço com o nosso Criador, devemos continuamente nos comunicar com Ele.  (20).
“Deus jamais envia a alma sedenta a um poço seco.”  (40)

Continua em: Capítulo 1 – E Tudo Começou

Sonia Valerio da Costa