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FundaInanabaláveis

Norman L. Geisler e Peter Bocchino escrevem com muita propriedade sobre assuntos  bastante polêmicos no meio cristão e porque não dizer também no meio dos seguidores de outras religiões e, até mesmo, dos que se dizem ateus.

Alguns dos assuntos abordados são: lógica, ciência, origem da vida, macroevolução, Deus e o mal, bioética, clonagem, aborto e eutanásia.

Todo campo do conhecimento começa com certas verdades, que os autores de “Fundamentos Inabaláveis” chamam de “primeiros princípios”. Este livro oferece “n” razões confiáveis para crermos que o cristianismo é intelectualmente perfeito.

Através da Lógica, os autores nos levam a compreender o que é a “lei da não-contradição” que, quando bem analisada, concluímos que certamente deve haver uma Mente Suprema, que existe como fundamento das leis do pensamento humano. Também examinam noções populares de agnosticismo, pluralismo e relativismo, aos quais são aplicadas a “lei da não-contradição”; essa análise nos leva à conclusão de que essas filosofias são auto-anuláveis. A verdade absoluta existe.

São também apresentadas breve descrições das cosmovisões e como elas afetam as convicções e conduta dos indivíduos, e utilizam da cosmologia para discutirem sobre como a ciência se constrói, a origem, natureza e estrutura do universo, e também a origem da vida.

Este livro também responde questões sobre a macroevolução e evidencia que ela não é um modelo de origem viável, nem mesmo a macroevolução teísta. Os autores utilizam um contexto histórico (Alemanha nazista) para revelar como o conceito errado da natureza humana (macroevolução) e a lei (estabelecida apenas sobre a razão humana) violam os direitos humanos.

Apresentam também como a promotoria em Nuremberg argumentou em favor da Justiça, com base no conhecimento intuitivo das “leis superiores” que transcendem os governos. O fundamento dessa lei superior é um Legislador superior – o Criador – que concedeu à humanidade um valor intrínseco que nenhum governo ou pessoa tem o direito de tirar.

Analisam também, com muita propriedade a respeito da natureza de Deus e o problema do mal. Se existe um Deus infinitamente poderosos e justo, por que existe o mal? Onde o mal se originou? Foi Deus que o criou? A argumentação dos escritores esclarecem de forma bastante compreensível o aspecto ainda um tanto nebuloso da existencia do Bem e do Mal.

Os autores utilizam também de vários argumentos de C.S. Lewis para nos trazer mais luz ao texto. Realmente me sinto impotente para descrever em poucas palavras todo o riquíssimo conteúdo deste livro, que também nos fala da confiabilidade na divindade de Jesus Cristo baseando-se nas evidências que sustentam a autenticidade dos documentos do Novo Testamento e a confiabilidade de seus autores.

Recomendo a todos a leitura deste livro inédito, precioso e que ao final, ficamos saboreando seu conteúdo de forma a deixar em nosso paladar literario um gostinho de “quero mais”.

Por Sonia Valerio da Costa

Em 08/07/2012

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Filmes

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Propositadamente resolvi assistir o filme somente agora, pois desejava emitir minha opinião pessoal sem interferências externas, nem da mídia nem dos “críticos” que tem o prazer de dissecar a produção, para encontrarem apenas falhas.

Assim é “Avatar”. Um dos filmes mais comentados e que gerou bastante polêmica, principalmente em “guetos sociais”, que por terem medo do desconhecido emitem opiniões precipitadas e deturpadas da realidade, e procuram embasar suas teorias na significação da origem dos termos utilizados nas produções cinematográficas. Com isso, acabam perdendo as mensagens importantes que o filme pode nos trazer para nossa reflexão filosófica e que podem proporcionar excelente bagagem para nosso conhecimento.

Achei a produção cinematográfica excelente e aprendi grandes lições com as mensagens transmitidas através do enredo proposto. Entendo que o termo “avatar” empregado como título do filme, não foi escolhido com base na origem hinduísta da palavra, mas pela forma como essa palavra foi popularizada devido aos jogos de computador, onde avatar é um personagem criado, para representar o jogador, que coloca nele, as características que deseja; o jogador dá ao seu avatar, capacidades e virtudes que ele mesmo não possui na vida real.

No filme cria-se em laboratório, diversos avatares, mas apenas Jake, um soldado que se tornou paraplégico na guerra, consegue por meios de uma nova tecnologia, tranferir sua mente para um corpo são (um avatar). Mentalmente, através do seu avatar ele consegue o “milagre” de viver de forma “normal”, num outro planeta – Pandora – onde vivem os Na’vi; é através da mente que ele consegue contato com esses habitantes. Em paralelo, sua aventura mental é registrada e monitorada em laboratório, por cientistas e governantes, com interesses bastante diversificados; as aventuras vivenciadas pelo avatar de Jake no planeta de Pandora, causam perplexidade para alguns dos cientistas que o observam, e desprezo e indignação em outros.

Não pretendo fazer sinopse do filme, mas sim despertar nos leitores, através deste comentário pessoal, o desejo de assistir esta espetacular produção cinematográfica.



O que aprendi com Avatar:

– Quando agimos em silêncio, o resultado de nossas ações passa a ser mais rápido, mais coerente, mais forte, mais acertado e o melhor, sempre pegamos o inimigo de surpresa. Entendo que é por isso que Deus age em silêncio; suas obras são perfeitas e falam por si mesmas. (Sl.10:1)

– Não se pode encher um corpo que já está cheio. Se nosso corpo estiver verdadeiramente cheio do Espírito Santo (Ef. 5:18b), não haverá espaço para as obras da carne, mas somente para produzirmos frutos do Espírito: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança). (Gal. 5:16-26)

– Para entendermos os significados de uma cultura social, precisamos imergir nela de corpo e alma. Jesus Cristo não veio como um avatar para conhecer apenas mentalmente as nossas dores e sofrimentos; Ele não possuiu um corpo humano, mas se fez 100% humano, para poder ter o direito de morrer em nosso lugar, tomando sobre si os nossos pecados. Jesus ressuscitou corporeamente, não num outro corpo, mas num corpo transformado e glorificado. Ele nos deixou o exemplo real de que, se simbolicamente “morrermos” com Ele, também teremos nosso corpo transformado e glorificado, o que nos dará o direito de morarmos eternamente com Ele. (Rom. 6:8)

– O homem sem Deus, se faz um semideus e acaba se autoglorificando de forma inconsequente. Nessa situação não consegue medir as consequências de seus próprios atos que são apenas carnais, ou seja: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizade, porfia, emulação, ira, peleja, dissensão, heresia, inveja, homicídio, bebedice, glutonaria, (Gal. 5:19-21), ganância, prepotência, orgulho, etc.

– Cada pessoa precisa nascer duas vezes. Uma pela vontade da carne e a outra pelo espírito. É isto que significa o livre arbítrio que Deus nos dá, de nascermos novamente pelo Espírito de Deus ou pelo espírito do Anticristo. Nosso segundo nascimento que é feito por nossa livre e espontânea vontade, é que vai determinar o lugar onde passaremos a eternidade. (Jo. 1:12-13 e 3:3-7)

Meus elogios para James Cameron por essa espetacular e impressionante produção, tanto em conteúdo, quanto em efeitos especiais.

Você também vai gostar  do comentário do Pr. Ricardo Padilha.

O vídeo a seguir foi contribuição do amigo Jaime, que fez um comentário valioso para esta minha opinião sobre “Avatar”.

“Examinai tudo. Retende o bem”. (Bíblia Sagrada – ARC, I Tes. 5.21) – “Mas ponham à prova todas as coisas e fiquem com o que é bom” (Mesmo texto bíblico, na Versão NVI)

Este comentário está baseado em:
O próprio Filme Avatar.
Internet.
Ekström, Leif. Avatar. In: Jornal Luz nas Trevas, jun de 2010, p. 4.
Bíblia Sagrada nas versões ARC e NVI.
Sonia Valerio da Costa
04/07/2010
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“A Bíblia Sagrada”  – NVI(Nova Versão Internacional)

Desde minha infância, A Bíblia Sagrada tem sido para mim, como um manual que utilizo diariamente, para que haja um perfeito funcionamento das minhas três partes vitais: corpo, alma e espírito. É meu livro de cabeceira e minha regra de fé e conduta.

Sonia Valerio da Costa
03/01/2010
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