Variedades

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Aprendi que o livro precisa ser preservado, mas, mais importante do que isso, ele precisa ser folheado para ser oxigenado; livro fechado e parado, se deteriora e as letras desaparecem.

Eu sinto uma sutil disputa dentro de mim, quanto a preservar os livros, mas na verdade precisamos deixá-los voar e acreditar que irão pousar nas mãos de quem estiver precisando naquele momento.

Eles precisam sair das estantes e voarem até as mãos de outros leitores; dessa forma eles estarão se tornando “vivos”, como um guia turístico que nos leva a lugares fantásticos e desconhecidos, e então, prazerosamente, podemos mergulhar no mar do conhecimento.

Mais importante que o papel e a encadernação de um livro, é seu conteúdo que nos alimenta, nos transforma, nos encoraja, nos incentiva e nos leva por caminhos da realização emocional, profissional e espiritual.

Leia e doe seu livro! Permita que ele voe para as mãos de outro leitor! Esse é o maior presente que se pode dar a alguém: “um livro”!

Sonia Costa

Em 27/05/2012

Livros

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Sempre que vou a uma livraria acabo comprando mais livros do que planejava. Foi assim que encontrei este livro que, de tão interessante, consegui lê-lo em duas manhãs.

A autora Marie Forleo foi muito feliz quando teve a inspiração de escrever este livro pois, como ela mesma diz, ele tem um diferencial em comparação aos outros que falam sobre relacionamentos. Nele não encontramos regras, mas conselhos práticos em como despertar nossa verdadeira personalidade e expressá-la sem medo de ser feliz. Simplesmente precisamos “fazer a coisa certa”.

Seu título pode deixar os homens um tanto constrangidos, mas para nós, mulheres, desperta nossa curiosidade, pois sempre fazemos de tudo e mais um pouco, para agradar o homem que amamos.

O cerne da questão de relacionamentos desfeitos é que muitas pessoas acabam demonstrando uma personalidade irreal, simplesmente para conquistar a pessoa dos seus sonhos; esse tipo de comportamento gera a necessidade de viver uma vida de mentiras que, com certeza, um dia irá desmoronar e provocar o término da relação, na maioria das vezes, de forma bastante traumática. Quem ainda não ouviu a expressão “não estou te conhecendo” ou “você não é a pessoa com a qual me casei”?!.

Geralmente são as mulheres que mais “pecam” nesse sentido, pois pensam que fingindo o que não são, irão conseguir segurar o relacionamento por toda uma vida. Esse tipo de atitude gera a infelicidade, o que vai aos poucos minando a relação; se houver filhos, ficarão divididos entre o pai e a mãe, comprometendo até mesmo o desenvolvimento de suas personalidades.

Precisamos entender que é melhor ficarmos sós, do que tentar fingir o que não somos, simplesmente para conseguir um companheiro(a), por medo de “sobrarmos” na conquista do amor. Na maioria das vezes vale a pena esperar por alguém que tenha maior afinidade e compatibilidade com nosso temperamento, personalidade, comportamento e costumes.

Devemos lembrar sempre que cada qual com seu igual. Isto vale também para os homens que sairam de um relacionamento conturbado e por medo de ficarem sós, acabam se precipitando e se envolvendo com a primeira pessoa que aparece, simplesmente por carencia afetiva e necessidade sexual.

Nossas emoções podem nos trair e nos levar por caminhos sem volta o que nos fará perder boa parte de nossas vidas, devido a necessidade de termos que resolver os problemas que nós mesmos criamos.

Dois dos pensamentos inseridos no livro e que me pareceram bastante significativos:

“Se você julga as pessoas, não tem tempo para amá-las.” (Madre Teresa)

“Se o sapato não serve, devemos trocar o pé?” (Gloria Steinem, jornalista e escritora)

Recomendo a leitura deste livro, pois irá ajudar a salvar seu relacionamento, ou também prepará-la para não cometer mais êrros quando surgir uma próxima oportunidade no amor.

PS: A 2ª edição de 2011 contem um depoimento de Maria Melilo, vencedora do BBB 11, que também teve a oportunidade de ler esse livro enquanto participava desse reality show. Veja em Deixe os Homens aos seus Pés.

Acesse também:

make every man want you

Marie Forleo

 

Por Sonia Valerio da Costa

Em 18/08/2011

Veja comentários de outros livros em: Índice de Outros Livros

Variedades

(Imagens Google)

Essa expressão “jogar a toalha” tem origem no boxe; o gesto de jogar a toalha pela equipe de um pugilista, sinaliza sua desistência, para evitar que o adversário faça um estrago maior com o lutador já massacrado. Por simbolizar tão bem a desistência, jogar a toalha, se tornou uma expressão muito comum no dia-a-dia.

Todos nós temos uma resistência natural a tudo que nos força a abrir mão do nosso conforto físico e emocional. Somos tendentes a desistir de uma empreitada, principalmente quando começamos a enfrentar dificuldades, ou mesmo monotonia.

A questão está em nosso cérebro, que se acostuma a um padrão de comportamento e reluta em aceitar o novo. Nosso cérebro é composto de dois hemisférios, com funções e habilidades específicas, porém, se complementam, para encontrarem um equilibrio harmonioso.

O hemisfério esquerdo é essencialmente verbal, analítico, racional, lógico e também linear, onde os pensamentos seguem de forma sequencial. É responsável pelo bom senso e está sempre alerta para nos impedir de cometer desvarios.

Já o hemisfério direito é não-verbal, até mesmo silencioso. É inclinado a misturar os sentidos literal e metafórico, prefere as ambiguidades, a linguagem metafórica e atua por meio da imagem. Em vez de fazer uso da lógica e do pensamento sequencial, é intuitivo, carregado de pensamentos simultaneos. É a morada da criatividade, é o lado do poeta que descreve, de um jeito diferente a cada vez, o mesmo amanhecer de todos os dias.

Quando decidimos aprender algo novo, ou mesmo incorporar uma nova atividade em nosso cotidiano, devemos estar conscientes que durante um tempo, vamos enfrentar resistencia do próprio cérebro. Isto porque se faz necessário a produção de uma nova rede neuronal, para reformatar e ampliar a arquitetura cerebral já existente.

Nessa fase surgem os diálogos internos de desistência, onde os contratempos enfrentados, incitam o organismo a deixar a atividade para o dia seguinte; se não houver persistência nessa fase, a tendência cerebral é sempre postergar até que então, acabamos “jogando a toalha” e desistindo de vez.

A perseverança é a chave para superar essa resistência natural do cérebro; a autodisciplina ampliará os limites da capacidade cerebral, proporcionando um desfrute de múltiplos beneficios, e tornando a nova atividade um vicio prazeroso.

Antes de “jogar a toalha”, resista, seja persistente, até romper a plasticidade que envolve o cérebro, o que dificulta a formação de novas redes neuronais. Tendo vencido essa primeira etapa de resistência, a atividade que parecia incomodar e transtornar sua tão conhecida zona de conforto, e gerava um aparente desequilibrio, irá paulatinamente sendo transformada em prazer, alegria e felicidade.

Não desista diante das dificuldades e dos conflitos, não jogue a toalha, persevere e você será um vencedor! Nossa persistência nos levará a tornar em realidade o que sonhamos para nossa vida.

Persevere e seja feliz!

Sonia Valerio da Costa
Em 12/11/2010