Livros

Os tipos de gigantes que são apresentados neste livro nos afrontam diariamente e lutam para interceptar nossa caminhada, tanto física, quanto emocional, profissional e social, mas principalmente na área espiritual.

O autor fala com muita propriedade e se utiliza de uma linguagem clara, ilustrada com exemplos bastante familiares do nosso cotidiano.

Os títulos dos capítulos já falam por si só; conheça um pouco do conteúdo riquíssimo desta obra exemplar. Vejamos:

  1. Combatendo seus medos –  O medo ignora o plano de Deus, distorce Seus propósitos, desestimula o povo de Deus, se recusa a crer nas promessas divinas e desobedece os princípios de Deus. Continue lendo e saiba como combater o gigante do medo que, segundo o autor, é o mais mortal dos inimigos.
  2. Destruindo o desânimo – O desânimo nos faz perder a esperança, mas para o destruirmos, precisamos reconhecê-lo e reagir a ele clamando a Deus em primeiro lugar e não como último recurso.
  3. Libertando-se da solidão – Podemos nos sentir solitários, mesmo não estando sós. O autor dá exemplos bíblicos de solidão na Bíblia (Rei Davi, Profeta Jeremias, Apóstolo Paulo), e como eles reagiram a essa situação. O autor também nos apresenta atitudes bastante práticas para vencermos a solidão.
  4. Vencendo a preocupação – A preocupação é incongruente, irracional, ineficaz, ilógica e irreligiosa. Podemos vencer esse gigante, definindo prioridades, estabelecendo um programa estratégico. O autor cita uma frase de Corrie Ten Boom, autora do livro “O Refugio Secreto”: “A preocupação é um homem velho, com a cabeça encurvada, carregando um saco de penas, pensando que é pedra pesada”.
  5. Protegendo-se da culpa – A culpa nos causa agonia e nos acusa, mas para nos livrarmos desse gigante, o melhor a fazer, é confessarmos diante de Deus, assumirmos total responsabilidade pelo pecado, que apenas Deus, através de Jesus pode nos redimir, nos purificar, restaurar nossa alegria e renovar nossa comunhão com Ele.
  6. Domando a tentação – A experiência da tentação é comum a todos, pois esse é o trabalho do diabo, nos fazer pensar que já estamos derrotados mesmo antes de cedermos a ela.  À luz da Palavra de Deus, o autor nos garante que podemos escapar da tentação, quando nutrimos uma comunhão íntima e diária com Deus.
  7. Atacando a ira – Conheça a ira bíblica que é não-pecaminosa e renuncie à ira que é pecaminosa. Não alimente a ira, não ensaie a ira, não converse sobre sua ira, não extravase a ira, reverta sua ira e coloque um ponto final, invertendo-a e entregando-a a Deus.
  8. Opondo-se ao ressentimento – O ressentimento é a ira multiplicada pelo tempo. Na Bíblia vemos o ressentimento expressado também, através das palavras ‘rancor'(I Co. 13.5) e ‘raiz de amargura'(Hb. 12.15).  O ressentimento tem um preço; disse alguém que guardar ressentimento é tomar veneno e esperar que o outro morra. Nós podemos e precisamos resistir ao ressentimento. Leia este capítulo e veja os cincos passos práticos que o autor nos apresenta.
  9. Desarmando suas dúvidas – Todos nós já passamos por situações de dúvida e a diferença é como lidamos com elas. “A dúvida não é o oposto da fé, mas sim a oportunidade da fé. O verdadeiro inimigo da fé é a incredulidade, que se recusa a reconhecer. Podemos dizer que a dúvida faz perguntas;  a incredulidade se recusa a ouvir respostas.” Veja como o autor fala com propriedade, como é a melhor maneira de lidar com a dúvida.
  10. Evitando a procrastinação – A procrastinação rouba o nosso tempo e nossas oportunidades de servir e de ter êxito e também rouba nossa oportunidade de salvação. Saiba como vencer esse gigante que ronda todo ser humano.
  11. Encarando o fracasso – Combatemos esse gigante, quando reconhecemos nosso fracasso, e aplicamos as lições aprendidas para obtermos êxito em nosso novo empreendimento. Devemos aceitar o fracasso como um fato em nossa vida e não como um modo de vida. É importante que sempre nos levantemos dos fracassos e recomecemos como um ser humano mais forte e mais sábio.
  12. Passando por cima da inveja – A inveja é muito próxima do ciúme; enquanto a inveja é o desejo de ter o que os outros possuem, o ciúme é o medo de perder o que se tem. Ambos sentimentos são destrutivos. Destrói os outros, e a nós mesmos também. O autor nos orienta que devemos encará-los como pecado e nos orienta como derrotarmos mais esses gigantes que querem nos roubar, nos aprisionar e nos destruir.

Esses sentimentos são verdadeiros gigantes que precisam ser domados por nós. O autor nos leva a entender à luz da Palavra de Deus,  como isso pode ser feito com a ajuda do Espírito Santo no nosso dia-a-dia, e assim obtermos sucesso e vitória.

Recomendo a leitura deste livro, pois com certeza, ele vai enriquecer sua vida espiritual e te fortalecer nessa constante guerra que vivenciamos combatendo esses sentimentos que, apesar de parecerem gigantes, com a ajuda do Espírito Santo, eles podem ser  domados sim, e então “poderemos vencer as batalhas e conquistar a vitória”.

Veja comentários de outros livros em: Índice de Outros Livros

Por Sonia Valerio da Costa

Em 28/04/2017

Filmes

 

Paixão3

“Dificilmente um filme é capaz de provocar emoções tão fortes como este…”

“Dirigida por Mel Gibson vencedor do Oscar em 1995, como melhor diretor em “Coração Valente”, esta é uma história de profunda coragem e scrifício que nos conta as últimas 12 horas da vida de Jesus Cristo.” (comentário de Mariane Morisawa em IstoÉ Gente)

“Ele foi ferido pelas nossas transgressões, e moido pelas nossas iniquidades: o castigo que nos trás a paz, estava sobre Ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.” (Is. 53:5)

Este filme relata a vida de Jesus Cristo a partir do momento em que Ele sobe ao Monte do Getsêmane para orar. Sabendo que havia chegado o momento de sua cruxificação, Jesus pede aos seus discípulos que vigiem e orem, mas, sonolentos como estavam, não entenderam o que estava acontecendo. Não tinham conhecimento do propósito e nem do significado das palavras do Mestre, quando ordenou-lhes que vigiassem e orassem e por isso acabaram adormecendo.

Jesus estava em profunda agonia, pois foi naquele momento que Ele se esvaziou de si mesmo, para se entregar expontaneamente ao propósito de Deus Pai, deixando-se cruxificar, para que todo seu sangue fosse derramado e pudesse trazer perdão para a raça humana. Foi naquele momento que  Jesus venceu a todas as propostas mentirosas de Satanás e esmagou a “cabeça da serpente”; este seu ato estava simbolizando Sua vitória sobre o pecado original da desobediência. Se entregou à vontade do Pai (Deus), dizendo: “Meu Pai, se é possível, passa de mim este cálice; todavia não seja feita a minha, mas a tua vontade.” (Mt.26:39b)

Entendo que alí, teve início o processo de sua cruxificação. A partir de então, são apresentadas cenas onde Jesus vai curando e também salvando.

O reimplante da orelha de Malco o deixa atônito e se separa do grupo de soldados; isto significa que, além da cura, ele também recebeu a salvação de sua alma.

O filme é verdadeiramente tocante, pois quando vemos as imagens do que provavelmente teria sido o processo de cruxificação de Jesus, entendemos claramente que Jesus não foi apenas mais um profeta qualquer; Ele é o Cristo, Filho de Deus. Impossível não imaginar que as ruas de Jerusalém foram totalmente salpicadas pelo sangue inocente derramado gota a gota para que pudéssemos ser perdoados do pecado original e termos novamente acesso ao Pai.

Enquanto Jesus carrega sua cruz no caminho do Gólgota, o filme vai retratando os possíveis pensamentos que passavam na mente de Jesus Cristo. Quando olhava os pés dos seus algozes, se lembrava de quando lavara os pés de seus discípulos. Quando pediu água e lhe deram vinagre, se lembrou que havia se apresentado como “águas vivas” para a mulher samaritana, junto ao poço de Jacó.

Em sua vida aqui na terra Jesus cumpriu todos os propósitos de Deus e tornou realidade, cada palavra profetizada a respeito do Messias, que os judeus esperavam. Impossível assistir esse filme e continuar sendo a mesma pessoa!

Não há maior amor do que esse de dar sua própria pelos seus amigos e também pelos seus inimigos. Isto foi o que Jesus Cristo fez durante todo o seu ministério, até render seu espírito e entregá-lo ao Pai.

Palavras de Jesus durante sua cruxificação:

“Mulher, eis aí o teu filho. Eis aí tua mãe.” (para Maria, sua mãe) – (Jo 19:27-27)

“Tenho sede.” (ao invés de água, deram-lhe vinagre, para que a escritura se cumprisse) – (Jo. 19: 28)

“Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem.” (quando repartiam e lançavam sortes sobre suas vestes) – (Lc.23:34)

“Hoje mesmo estarás comigo no paraíso.” (para um dos ladrões que estava também sendo cruxificado) – (Lc. 23:43)

“Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste?” (quando houve trevas sobre a terra) – (Mc. 15:33-34)

“Está consumado.” (após ter recebido vinagre pela segunda vez) – (Jo.19:30)

“Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito.” (na hora nona, quando o véu do templo se rasgou de alto abaixo) – (Lc. 23:46)

Este filme é uma excelente produção cinematográfica! Recomendo!

Por Sonia Valerio da Costa
Em 02/08/2010
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